O Coletivo

Nascido em 1966, Alberto Pucheu é poeta e professor de Teoria Literária da UFRJ. Como poeta, publicou, entre outros, A fronteira desguarnecida; Poesia Reunida 1993-2007, mais cotidiano que o cotidiano (2013) e Para que poetas em tempos de terrorismos? (2017). Como ensaísta, publicou, entre outros, Giorgio Agamben: poesia, filosofia, crítica (2010), apoesia contemporânea (2014) e Que porra é essa – poesia? (2018). Todos os livros mencionados saíram pela Azougue Editorial.
André Vallias (1963) é poeta, designer gráfico e produtor de mídia interativa. Foi curador de importantes mostras de poesia digital, entre as quais: p0es1e – digitale Dichtkunst (Annaberg-Buchholz, 1992) e POIESIS – <poema> entre pixel e programa</> (Rio de Janeiro, 2007). Publicou Heine, hein? – poeta dos contrários (Perspectiva, 2011), Totem (Cultura e Barbárie, 2014) e Oratório (Azougue, 2015).
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Caetano Waldrigues Galindo é professor de linguística e estudos da tradução na UFPR. Como tradutor, publicou livros de gente como James Joyce, Thomas Pynchon e T.S. Eliot.
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Carol Maziviero é mulher, mãe e professora Dedicação Exclusiva do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Paraná (DAU-UFPR). Realiza pesquisa sobre ativismo urbano e insurgências no processo de produção e apropriação do espaço urbano, contextualizando a transformação dos atores e agendas na luta pelo direito à cidade.
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A práxis deste coletivo, sua ação múltipla, é agir no terreno amplo da política, no cruzamento desta com a ética e a estética; é produzir uma variedade de discursos que sejam precisamente um modo da ação, ou um modo de, ao mesmo tempo, defender um espaço que parece ruir diante da brutalidade pura, e fundar um mundo que, como qualquer embate aberto da política, não pode estar estanque. Não podemos nos contentarmos com um debate acerca de um mundo que consideramos decaído, fracassado como política; agora, mais do que nunca, precisamos inventar uma política que seja do embate de mundos possíveis, e ainda mais dos impossíveis.
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Daniel Francoy, nascido em 1979. Em Portugal, publicou  "Em Cidade Estranha/Retrato de Mulheres" (Edições Artefacto, 2010) e "Calendário" (Edições Artefacto, 2015). No Brasil, publicou o livro de poemas "Identidade" (Editora Urutau, 2016), um dos vencedores do Prêmio Jabuti no ano de 2017, e acaba de publicar “A Invenção dos Subúrbios” (Edições Jabuticaba).
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Tradutora e ensaísta. Professora do Curso de Artes Cênicas e da Pós-graduação em Estudos da Tradução da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
Argentino de nascimento, português por adoção, residente no Brasil, apátrida por convicção. Professor de Estética Filosófica na UFRN. Publicou Deleuze y la redefinición de la filosofía (2006), Perder por Perder (2015), e O que vi - Diário de um espectador comum (2018).
Psicanalista, membro da EBP/AMP. Doutora em Literatura pela UFSC.
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Gabriela Leão é artesã e filha, amiga, parente dos entrevistados da série “Relatos de quem viveu a Ditadura Militar”.
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Formada em Jornalismo (PUCPR) e em História (UFPR), com Especialização em Comunicação e Artes - Fotografia (SenacSP) e em História da Arte Moderna e Contemporânea (Embap). Sempre se interessou por imagem, artes e linguagem e em 2004 encontrou na fotografia um lugar para pensar essas questões e desde então dedica-se ao estudo, pesquisa e produção fotográfica.
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Guilherme Bernardes nasceu em Curitiba (1993). Terminou o curso de Letras Português/Latim com ênfase em estudos da tradução em 2017. Em 2018 começou seu mestrado sobre a obra do poeta norte-irlandês Paul Muldoon, em que também organizará uma seleção de poemas traduzidos. Faz parte do grupo de tradução e(m) performance Pecora Loca. Seu primeiro livro, de contos, O óbvio nosso de cada dia nos trai hoje, foi lançado pela editora Dybbuk em 2016. Publica esporadicamente no blog reconceber.wordpress.com.
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Poeta, tradutor e professor de Língua e Literatura Latina na Universidade Federal do Paraná desde 2008. É autor de brasa enganosa (2013), Tróiades (2014/2015, www.troiades.com.br), l'azur Blasé (2016), Naharia (2017) e carvão : : capim (2017, em Portugal, 2018 no Brasil). Publicou traduções de A anatomia da melancolia, de Robert Burton (4 vols. 2011-2013), Elegias de Sexto Propércio (2014) e Safo: fragmentos completos (2017), dentre outros. Escreveu em parceria com Rodrigo Tadeu Gonçalves e com fotos de Rafael Dabul os ensaios de Algo infiel: corpo performance tradução (2017). É coeditor do blog e revista escamandro (www.escamandro.wordpress.com) e membro fundador do grupo Pecora Loca, de poesia em tradução.
Graduado em Administração Internacional de Negócios pela UFPR, tendo realizado diversos cursos livres na área de cinema em distintas partes do país. Atua como diretor, diretor de fotografia e educador popular há 13 anos, já tendo realizado mais de 30 documentários sobre questões sociais, culturais e políticas no Brasil e países como Bolívia, Argentina, Venezuela e mais recentemente no Oriente Médio. Atualmente é sócio administrador da empresa produtora Jarina Filmes, que atua na área de produção audiovisual para cinema e televisão. Executa nas funções de diretor, roteirista e diretor de fotografia.

Professor de Filosofia, gosto da palavra, que vem em forma de vivência, depois reflexão e, por fim, escrita (ou seria tudo junto, ao mesmo tempo?). Escrevo artigos, ensaios, livros e poemas. Abasteço meu pensamento em autores como Nietzsche, Schopenhauer e Hans Jonas e tento pensar sobre problemas que nos afetam sob esses espaços infinitos que nos ignoram.

Entre meus livros, estão os 3 volumes da Coleção Sabedoria Prática ("Sabedoria Prática", "Filosofia da Viagem" e "Elogio à Simplicidade", que já estão na terceira edição). Ano passado lançamos, Marcella Lopes Guimarães e eu, a Coleção Café com Ideias, cujo primeiro volume é "Diálogo sobre o Tempo: entre a filosofia e a história". Você pode encontrar no site: www.livraria.pucpr.br

Além disso escrevi "A solidão como virtude moral em Nietzsche"; "Para uma ética da amizade em Friedrich Nietzsche" e "Compreender Hans Jonas". Sou co-autor de: "Ética, técnica e responsabilidade"; "Vida, técnica e responsabilidade"; "Ética de Gaia"; entre outros.

Cantor e compositor inquieto, violeiro de mão cheia e cidadão latino-americano.
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Um dos idealizadores do Coletivo Práxis, Lean é formado em Desenho Industrial e Filosofia, com pós-graduação em Estética e Filosofia da Arte pela UFPR e Mestrado em Filosofia pela PUCPR.
Lucas P. Lazzaretti escreve e traduz. Publicou em 2018 o romance Sombreir, o livro Sacco e Vanzetti: Os espelhos da ideologia e, em parceria com Luigi Barbieri Ferrarini, o livro Dostoiévski: Mortificação e Ressurreição em Recordações da Casa dos Mortos. Publicou em 2017 a tradução de Como se faz uma novela, de Miguel de Unamuno, pela editora UFPR e em o livro Giordano Bruno & Tommaso Campanella: Por uma análise da condenação de visões-de-mundo.
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Mitsuo Florentino é estudante de Letras na UFPR. Traduz poesia para o zine curitibano Obsoletos e pesquisa as articulações possíveis entre a tragédia grega e a antropologia contemporânea.
Mestre em Artes Visuais, graduação em bacharelado e em licenciatura em Psicologia. fotógrafo com obras em acêrvo em diversas galerias e museus, como Ludwig Museum / Alemanha, galeria Ward Nasse /NY exposições no Brasil e exterior. Curador de fotografia em projetos autorais de criação. Pesquisa Fotografia e arte relacional. coordena grupos de pesquisa em processos criativos em imagem.
Professor, tradutor e editor. Publicou em 2017, em co-autoria com Guilherme Gontijo Flores e fotografias de Rafael Dabul, a coletânea de ensaios Algo Infiel: corpo, performance tradução (Cultura & Barbárie/n-1) e em 2018 o livro de poesias Quando o verão (Kotter/Patuá), também com fotografias de Rafael Dabul. Membro fundador do coletivo Pecora Loca.
Rogerio Galindo é jornalista e tradutor.
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